segunda-feira, 29 de março de 2010

Parabéns Curitiba pelos seus 317 anos!

Trezentos e sessenta e cinco dias são um ano. Um período que, pela quantidade de acontecimentos, pode ser considerado longo. Em um ano, passa a primavera, verão, outono e o inverno.
Faz chuva, esquenta, faz sol, esfria. Passa o Carnaval, Natal e outras festas. Faz-se aniversário. Ganha-se presentes, lembranças, fotografias e lembra-se do que já passou.
Se somente um ano já são 365 dias e muito, dirá 316...Trezentos e dezesseis anos é uma Curitiba. É tempo de história e também é hoje. É dia de vê-la de novo, diferente de todo dia. É hora de recordá-la.
Jardim Botânico: Quem, de algum lugar da cidade, não vê a grande e bela estufa do Jardim Botânico? Quem de lá, entre flores, não consegue enxergar ao menos uma face de Curitiba? Assim é desde 1991.



Passeio Público: Antes de ser o Passeio Público, que muitos conhecem ou deveriam, era o Jardim Botânico. Já foi apenas um atoleiro, mas virou parque e zoológico. Por ali muita gente apenas passa, a caminho de outro lugar. Porém, há quem fica um instante, nem que seja para descansar.



Ópera de Arame: Em Curitiba, ópera é de arame - árvores, água e pedras. Aqui, Ópera de Arame não é a peça, mas o teatro em si. Porém, sem deixar de ser também um espetáculo. Assim como a vizinha Pedreira, que na cidade tem nome de poeta. É melhor ir lá conferir, se não shows de fato, apenas essas vistas grandiosas.



Oscar Niemayer: O mesmo olho que enxerga o Centro Cívico de Curitiba é o olho de quem o vê. Este, que é de Oscar Niemeyer e de todos os curitibanos, já foi também de Portinari, dos Gêmeos, de Tarsila do Amaral e de outros grandes que estiveram por ali. O órgão em questão é o do museu, que tem o nome quem o deu.



Parque tanguá: Perto do Tingui está o Tanguá. O rio do Parque Barigui passa antes por lá. Até ser parque era pedreira. De apenas exploração se transformou em mais que um cenário, em distração.






Fonte: Paraná Online

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